Central de confiança

Auditável por design.
Conformidade explícita.

O DeepClinic foi construído com a lei brasileira de proteção de dados (LGPD) e as normas da ANVISA e do CFM como base, não como complemento. Cada nota, decisão clínica e acesso fica em um registro auditável — pronto para a ANVISA, o auditor do plano de saúde, a revisão de conformidade da sua rede hospitalar e resseguradoras.

Padrões verificados

Cada norma, com o que exatamente cobre.

LGPD
Proteção de dados BR

Lei Geral de Proteção de Dados — consentimento, minimização e controle do titular sobre os dados.

ANVISA
Autoridade sanitária BR

Documentação e rastreabilidade clínica prontas para a revisão da Agência Nacional de Vigilância Sanitária.

CFM
Conselho Federal de Medicina

Requisitos do CFM para prontuário e telemedicina (Resolução 2.314/2022) verificados na documentação.

HL7 FHIR
Interoperabilidade clínica

O padrão internacional com que os sistemas médicos se conectam — prontuário portável entre plataformas.

ISO 27001
Segurança da informação

Marco internacional de gestão de segurança da informação aplicado à infraestrutura e aos processos do DeepClinic.

ISO 42001
Gestão de IA

Marco internacional de gestão responsável de sistemas de Inteligência Artificial — governança do modelo clínico.

SOC 2
Controles de serviço

Auditoria independente dos controles de segurança, disponibilidade e confidencialidade da plataforma.

HIPAA
Privacidade médica EUA

Lei de privacidade e segurança de informações médicas dos EUA, para operação e dados que cruzam a fronteira.

Como se aplica no DeepClinic

Cada nota verifica as normas antes de fechar

Critérios da LGPD e do CFM verificados automaticamente. Documentação pronta para a ANVISA, o auditor do plano de saúde e revisões de conformidade.

Seus pacientes nunca alimentam um modelo

As informações clínicas nunca treinam modelos de propósito geral. Permanecem privadas e isoladas por organização — sob o controle da clínica.

Minimização de dados por design

O DeepClinic pede apenas os dados necessários. Cada acesso fica em um registro auditável. Só o médico responsável vê o detalhe clínico; outros veem que houve um escalonamento, não o detalhe.

Dados na sua região

Hospedagem em data centers locais ou regionais. Para redes hospitalares: instalação nos servidores do hospital ou em nuvem privada dedicada. Criptografado em trânsito e em repouso (TLS 1.3 e AES-256).