Auditável por design.
Conformidade explícita.
O DeepClinic foi construído com a lei brasileira de proteção de dados (LGPD) e as normas da ANVISA e do CFM como base, não como complemento. Cada nota, decisão clínica e acesso fica em um registro auditável — pronto para a ANVISA, o auditor do plano de saúde, a revisão de conformidade da sua rede hospitalar e resseguradoras.
Padrões verificados
Cada norma, com o que exatamente cobre.
Lei Geral de Proteção de Dados — consentimento, minimização e controle do titular sobre os dados.
Documentação e rastreabilidade clínica prontas para a revisão da Agência Nacional de Vigilância Sanitária.
Requisitos do CFM para prontuário e telemedicina (Resolução 2.314/2022) verificados na documentação.
O padrão internacional com que os sistemas médicos se conectam — prontuário portável entre plataformas.
Marco internacional de gestão de segurança da informação aplicado à infraestrutura e aos processos do DeepClinic.
Marco internacional de gestão responsável de sistemas de Inteligência Artificial — governança do modelo clínico.
Auditoria independente dos controles de segurança, disponibilidade e confidencialidade da plataforma.
Lei de privacidade e segurança de informações médicas dos EUA, para operação e dados que cruzam a fronteira.
Como se aplica no DeepClinic
Critérios da LGPD e do CFM verificados automaticamente. Documentação pronta para a ANVISA, o auditor do plano de saúde e revisões de conformidade.
As informações clínicas nunca treinam modelos de propósito geral. Permanecem privadas e isoladas por organização — sob o controle da clínica.
O DeepClinic pede apenas os dados necessários. Cada acesso fica em um registro auditável. Só o médico responsável vê o detalhe clínico; outros veem que houve um escalonamento, não o detalhe.
Hospedagem em data centers locais ou regionais. Para redes hospitalares: instalação nos servidores do hospital ou em nuvem privada dedicada. Criptografado em trânsito e em repouso (TLS 1.3 e AES-256).