O seu custo médico
não começa no sinistro.
Começa meses antes, numa consulta onde o diagnóstico não chegou a tempo. É aí que trabalhamos, com os médicos que já estão na sua rede.
65,2% do que uma seguradora paga no México é internação, não consulta.AMIS · 2024
O seu custo médico não começa no sinistro. Começa na consulta.
Cada elo abaixo vem de uma fonte independente. Encadeados, explicam por que o gasto cresce e em que ponto dá para intervir sem tocar na sua rede nem no seu sistema.
- $122,278M
de pesos foram pagos pelas seguradoras mexicanas em sinistros médicos em 2024, e o valor cresceu 106% em cinco anos.
AMIS, 2024 - 65,2%
desse pagamento é internação, não consulta. O dinheiro não está onde se olha: está no episódio que escalou.
AMIS, 2024 - 23%
dos pacientes que escalaram para terapia intensiva ou morreram tiveram diagnóstico omitido ou tardio. A escalada tem causa clínica, não atuarial.
JAMA, 2024 - 55%
é a acurácia diagnóstica na sexta hora de plantão. O diagnóstico chega tarde porque o médico cansa e porque o histórico não está na consulta.
Medição própria · El Salvador
É aí que o DeepClinic entra: sustenta a acurácia em 96,1% dentro da consulta do prestador, com o histórico completo do paciente à frente. E é cobrado contra o custo evitado, medido no mesmo prontuário que o produziu.
A acurácia é medição própria sobre 2 milhões de consultas em El Salvador, contra a linha de base histórica do mesmo sistema. O efeito sobre internação ainda não está medido na nossa base: é justamente o que propomos medir na sua carteira antes de qualquer contrato.
O custo se decide
em quatro momentos.
Triagem
Classifica motivo e urgência antes da consulta.
Copiloto clínico
O histórico completo à frente do médico, e a nota se escreve sozinha.
Acompanhamento
Lembra medicação e exames entre consultas.
Codificação
CID-10 com a justificativa citada da própria nota.
O que hoje você vê como sinistros soltos, aqui se lê como episódios.
- Custo por episódio
- Taxa de escalada
- Variabilidade entre médicos
- Adesão a protocolo
- Casos fora do padrão
- Exames duplicados
Tudo sobre os prestadores que você já tem contratados. Sem implementação do seu lado.
A triagem decide para onde vai o paciente.
Nós, o que acontece quando ele chega.
Não competimos: começamos onde a triagem termina.
Que o pagador compra esta categoria já está demonstrado: a Infermedica reporta 27% menos consultas presenciais e US$7–8 de economia por interação na América Latina. A nossa unidade não é a interação, é o episódio. Valor de internação: custo médio de mercado.
Mova os três fatores. O que sai é o seu custo evitável.
A aritmética tem três passos e nenhum é nosso: o que você paga, a parcela que vai para internação e a parcela dessa internação que começa num diagnóstico que chegou tarde.
O agregado do mercado mexicano foi de $122,278M em 2024 (AMIS).
65,2% é a média do mercado mexicano (AMIS, 2024).
Aqui está a hipótese. O JAMA (2024) encontrou diagnóstico omitido ou tardio em 23% dos que escalaram para terapia intensiva ou morreram; o default abaixo é deliberadamente conservador diante desse número.
Isto é uma hipótese, não uma promessa. O efeito sobre internação ainda não está medido na nossa base: o único número que vale é o seu, e sai de cruzar um ano dos seus sinistros contra a sua própria linha de base. Essa análise não custa nem compromete nada.
Documenta enquanto o médico atende.
Bem melhor, na verdade. Estou dormindo bem e a dor de cabeça quase não voltou desde que mudamos a dose.
Onde o ponteiro realmente se move.
65% do que uma seguradora paga no México é internação (AMIS, 2024), e a internação é disparada pelo diagnóstico que chega tarde.
O scribe é onde começa. Não onde termina.
A nota é o primeiro passo. Atrás dela está o episódio inteiro: a pré-consulta que chega com antecedentes, o acompanhamento que não depende da memória de ninguém, a cobrança que se fecha e o dado que enfim se mede. Uma jornada auditável, do primeiro contato ao sinistro.
Antes. O paciente chega pronto.
Ele se cadastra, agenda e recebe lembretes na própria porta digital. Antes da consulta preenche sintomas, motivo e histórico, para o médico chegar preparado.
Durante. O médico só atende.
A nota clínica é escrita enquanto o médico atende. Diagnóstico, orientações, tratamento e plano ficam documentados e codificados ao fechar a porta, então o sinistro nasce do mesmo prontuário que documentou a consulta.
Depois. O cuidado não termina.
O plano continua com lembretes, tarefas pós-consulta, questionários de sintomas e alertas quando o paciente precisa voltar. A consulta é encerrada administrativamente e tudo alimenta os painéis.
O cérebro clínico por trás de cada módulo.
Os módulos não são produtos separados: são portas para o mesmo modelo. O DeepClinic One é o nosso modelo clínico próprio, dentro de uma camada que orquestra o contexto do paciente, a evidência e as travas de segurança de cada especialidade.
Raciocínio clínico
Não completa texto: avalia. Atrás de cada sugestão há um motor de avaliação estruturada, não uma previsão da próxima palavra.
Evidência com procedência
Cada resposta traz de onde veio — literatura, diretrizes clínicas e corpus próprio. Sem fonte, não há resposta.
Contexto longitudinal
Um só prontuário sobre HL7 FHIR. O que o modelo sabe da consulta de hoje inclui todas as anteriores.
Uma rede de saúde conectada. Não ilhas de software.
O paciente passa pelo consultório, pelo laboratório, pela farmácia e pelo seu plano — e hoje cada etapa começa do zero. O DeepClinic conecta essa cadeia sobre um só prontuário, para a informação seguir o paciente em vez de ficar em cada porta.
Um só prontuário
O paciente é o mesmo no laboratório, na farmácia e no consultório. Sem duplicidades e sem digitar tudo de novo.
Um só padrão
Tudo fala HL7 FHIR. O que entra por qualquer porta da rede sai estruturado e utilizável.
Uma só rastreabilidade
Cada acesso e cada alteração fica em um registro auditável, venha do médico, do paciente ou de um sistema conectado.
Uma só identidade
O médico se autentica uma vez. Suas permissões e seu alcance valem igual em toda a rede.
Toda a rede de prestadores, em uma só camada.
Agentes que agendam, documentam, acompanham e governam cada consulta sobre o sistema que o prestador já usa.
Documenta e codifica
Nota clínica (SOAP) e código de diagnóstico (CID-10) sobre o sistema do prestador, pronto para auditoria.
Veja em ação, em uma consulta real.
Cumprimos cada norma para você não pensar nisso.
Cada nota, cada decisão e cada acesso ficam em um registro auditável. Pronto para a ANVISA e a LGPD, para a sua auditoria médica ou para a revisão da sua rede de prestadores, sem trabalho extra do seu lado.
Testamos o DeepClinic em cenários clínicos reais para que continue preciso, confiável e clinicamente sólido.
Nossa equipe médica revisa e ajusta os resultados. A automação sozinha não basta.
Cada prontuário permanece seguro, privado e sob o seu controle, sempre.
O que qualquer diretor de sinistros perguntaria.
Respondidas aqui e não na reunião, porque são elas que decidem se isto é uma compra ou mais uma apresentação.
Como sei que a economia é sua e não do ciclo?
Porque não se mede contra uma média de mercado. A linha de base é montada com o seu histórico e os seus códigos, e os prestadores são ativados em ondas: cada um é o seu próprio controle antes e depois, e os que ainda não entraram são o controle do período. Assim nunca comparamos o médico que adota contra o que não adota — nunca são iguais. Se o efeito não aparecer, não há economia a cobrar.
Por que o prestador aceitaria isto?
Porque não agregamos trabalho: tiramos. A nota, o código de diagnóstico e a receita saem enquanto ele fala com o paciente, e o sinistro nasce do mesmo prontuário, então glosam menos. Ele não troca de sistema e não instala nada. Sem esse incentivo do lado do médico não há adoção, e sem adoção não há economia.
Isto substitui a minha auditoria médica?
Não, alimenta. Hoje você audita uma amostra e pede papéis; com o DeepClinic o episódio inteiro está em HL7 FHIR, com a procedência de cada sugestão e a assinatura de quem a aceitou. A sua equipe deixa de reconstruir prontuários e passa a revisar os casos que importam.
Quem responde clinicamente?
O médico, sempre. O DeepClinic reúne a evidência, raciocina o caso e rastreia cada sugestão; nunca decide nem assina. A responsabilidade clínica não sai de onde está hoje, e isso é deliberado.
Quanto demora e o que precisa do meu lado?
Para a análise, um export de um ano de sinistros: sem implementação, sem orçamento. Para a ativação, prestadores da sua rede que já atendem os seus segurados. O seu sistema de adjudicação não é tocado.
O que acontece com os dados do segurado?
Vão criptografados e isolados por prestador, sob a lei mexicana de proteção de dados (LFPDPPP) e a HIPAA quando o dado cruza para os Estados Unidos. Não treinamos modelos com o prontuário de um cliente para servir a outro, e cada acesso fica em um registro auditável.
De onde sai cada número desta página.
- 01AMIS, 2024
$122.278 milhões de pesos pagos pelas seguradoras mexicanas em sinistros médicos em 2024, com crescimento de 106% em cinco anos. 65,2% desse pagamento é internação.
- 02JAMA, 2024
23% dos pacientes que escalaram para terapia intensiva ou morreram tiveram diagnóstico omitido ou tardio.
- 03WTW · Global Medical Trends, 2026
O custo médico das seguradoras sobe 10,3% globalmente em 2026, terceiro ano consecutivo de dois dígitos. A América Latina acelera de 10,5% para 11,9%.
- 04OCDE
Cerca de um em cada cinco dólares do gasto em saúde vai para atenção evitável ou de baixo valor. A definição de internação evitável que usamos é a de condições sensíveis à atenção ambulatorial (ACSC).
- 05Infermedica
27% de redução em consultas presenciais e economia estimada de US$7–8 por interação na América Latina, com triagem digital. Citado como referência de mercado, não como resultado próprio.
- 06Medição própria
96,1% de acurácia diagnóstica sustentada contra 55% na sexta hora de plantão, sobre 2 milhões de consultas no sistema público de saúde de um país, comparado com a linha de base histórica do mesmo sistema.
O que ainda não está medido: o efeito do DeepClinic sobre a taxa de internação. Não existe na nossa base e não o afirmamos. É exatamente o que propomos medir na sua carteira, com a metodologia acordada antes de começar.
O DeepClinic não é só software: é o episódio caro não acontecer. Cada diagnóstico que chega a tempo é uma internação que ninguém paga e um paciente que não se deteriorou. Estamos construindo a camada de IA sobre a qual a saúde opera — da América Latina, para o mundo.
Uma melhor experiência para os clínicos, um melhor resultado para os pacientes e um sistema de saúde que se torna mais eficiente, não mais caro, à medida que cresce.
Pare de pagar o episódio que poderia ter sido evitado.
Começamos analisando um ano dos seus sinistros, sem compromisso: mostramos exames duplicados, consultas repetidas e escalada por diagnóstico tardio na sua própria carteira.